Outro dia ouvi uma história de um pai cristão-evangélico que estava com dificuldades financeiras.
Atrasado nas mensalidades escolares do filho foi renegociar a dívida com a direção da instituição.
Conversa vai, conversa vem e no meio da negociação o rapaz da secretaria responsável por contas a receber não se sabe por que começou a criticar os evangélicos e seus "shows da fé" na TV.
De repente o rapaz parou e perguntou ao pai: "-Desculpe senhor, mas qual a sua religião?". E o pai pego de surpresa respondeu: "-Quem? Eu? Sou católico não-praticante!"
Ai de mim! Sejamos sinceros! Quem já não foi pego de calças curtas numa situação dessas? Precisamos estar preparados! Preparados para responder “a razão da esperança que há em nós...”!
...Antes que comecemos a crer que realmente somos “católicos não-praticantes”. Ou melhor, antes que Papai do Céu também se convença disso...
“...antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal..” (1Pe 3:15~18)
Atrasado nas mensalidades escolares do filho foi renegociar a dívida com a direção da instituição.
Conversa vai, conversa vem e no meio da negociação o rapaz da secretaria responsável por contas a receber não se sabe por que começou a criticar os evangélicos e seus "shows da fé" na TV.
De repente o rapaz parou e perguntou ao pai: "-Desculpe senhor, mas qual a sua religião?". E o pai pego de surpresa respondeu: "-Quem? Eu? Sou católico não-praticante!"
Ai de mim! Sejamos sinceros! Quem já não foi pego de calças curtas numa situação dessas? Precisamos estar preparados! Preparados para responder “a razão da esperança que há em nós...”!
...Antes que comecemos a crer que realmente somos “católicos não-praticantes”. Ou melhor, antes que Papai do Céu também se convença disso...
“...antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal..” (1Pe 3:15~18)
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